O Luto Na Dependência Química

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O Luto Na Dependência Química
Porque Quando se entra verdadeiramente no
primeiro passo.
(“Admitimos que somos
impotentes perante a adicção , É que
perdemos o controle de nossas vidas”),
percebe-se que ele trata simplesmente da
aceitação da perda..
Admitir a impotência das drogas ou Álcool é
aceitar a perda de poder sobre o eu e o
mundo. Talvez seja útil saber que a
qualquer tipo de perda se seguirá
inevitavelmente o luto. Ele se tornar
assustador.
Finalmente e talvez o mais importante,
podem ter perdido a sua razão de
viver se tiverem vivido para usar, para
serem pais ou para contribuírem de
qualquer forma através do trabalho
(quer seja em relação à família,
empresa ou à sociedade), e perderam
quaisquer destas coisas por causa da
doença, perde-se então a razão de
viver e se não tiverem uma razão para
viver morrem.
O processo do luto é uma resposta
saudável a uma situação de perda e é
dividido em cinco estágios, é fácil ficar
preso em qualquer uma destas fases e
este processo serve tanto para a
negação quanto para qualquer uma
das outras fases, seja a raiva, a
dor/desespero/depressão, negociação
ou aceitação:
OS CINCO ESTÁGIOS DO
LUTO PARA A ACEITAÇÃO
1 – Negação: Ela é um amortecedor
psicológico que protege contra os
conhecimentos ou sentimentos contra
os quais ainda não se está mental,
emocional ou espiritualmente
preparado para lidar.
Lembre de
quando soube que alguém morreu e
disse: “Não acredito!” Isto é negação e
pode durar instante ou anos, até dizer:
“Pronto, aconteceu. É real. e agora,
como é que me sinto? O que é que vou
fazer agora?”
Existe uma relação entre a importância
da pessoa ou da coisa que se perdeu e
o grau da negação. Quanto maior tiver
sido a dependência daquilo que de
perdeu maior será a negação. Por isso
a determinada altura torna-se decisivo
encarar a realidade e parar de negar a
impotência, fazer o primeiro passo, e
admitir(ainda que não necessariamente
o aceitando logo)a impotência.
2 – Raiva: Alguma vez aconteceu de ficar
com raiva quando perdeu alguma coisa e
não conseguiu encontrar? Isso faz parte do
luto. Parecemos impotentes quanto a nossa
capacidade de localizar o objeto perdido ou
aceitar a morte de alguém próximo a nós.
Passa-se exatamente o mesmo com a
dependência química. Os faz ficar pura e
simplesmente furiosos com o fato de não
poderem controlar o próprio comportamento
e os próprios sentimentos ou os dos outros.
”Só uma bebida antes de voltar para casa”
costumam dizer, e quatro horas depois
estavam bêbados como um boné velho ao
fechar o bar. Na manhã seguinte, ficavam
cheios de raiva por serem de tal forma
impotentes perante a bebida.
E os co-dependentes que estavam em casa,
conjugues, e crianças, esperando, ficam
furiosos porque, o que quer que se faça,
por mais que os amem, os conjugues ou os
pais continuam a beber.
O problema com a
raiva é que se pode tornar muito destrutiva
se não for expressa de maneiras
saudáveis.
Pode se transformar num ressentimento
amargo e levar a beber ou usar para fugir
desse sentimento. Recalcada pode recair
sobre os membros da família ou
manifestar-se no trabalho, e o
comportamento fica fora de controle.
Pode
conduzir à violência física. Pode
transformar-se em depressão(raiva de si
mesmo) e levar ao desespero ou até ao
suicídio. Por isso é vital admitir que a sente
e exprimi-la.
3 – Dor/desespero/depressão:
Representam situações seguras que se
cria, ocasiões em que se permite estar
triste. Ajuda a exprimir os sentimentos
profundos que se tem a respeito da
perda.
Quer se esteja apenas
começando a se recuperar da adicção
ou de outro tipo de dependência ou
mesmo se encontre a vários anos num
programa de doze passos, o luto é uma
coisa que todos enfrentam ao longo da
vida.
A perda e o luto subseqüente fazem
parte da vida e não há como fugir deste
fato. O décimo segundo passo diz que
“temos que praticar estes princípios em
todas as nossas atividades”. Estas
atividades podem ser às vezes as
perdas que se tem que enfrentar.
E
uma delas, senão a mais importante, é
a perda da sobriedade que muitos
lutam tanto para conquistar.
NEGOCIAR;
Começamos a articular uma maneira de
tentar evitar ou adiar a perda, estas
negociações podem ser tentadas ser feitas
com DEUS ou vagamente com a vida, está
fase se caracteriza normalmente por “ SE
ENTÃO”, frases que medem o que damos
contra aquilo que recebemos.
Algumas
vezes as nossas negociações são
construtivas, se realistas e obtém o
resultado pretendido : “Se recebermos ajuda
para a recuperação não recairemos nem
morreremos”.
A aceitação começa quando não temos
mais que negar, ter raiva, negociar ou
sentirmo-nos tristes e revoltados. Ela indica
também o fim da luta contra a
transformação.
A aceitação pode ser confundida com ma
fase feliz e é praticamente vazia de
sentimentos, é como se a dor tivesse ido
embora e a luta acabado.
Somente assim ficaremos em paz
conosco mesmos e livremente admitimos a
nossa impotência, desenvolvendo a boa
vontade de conquistar a nossa
recuperação
NESTE PONTO
COMPREENDEMOS QUE DEUS
JÁ NOS DEU A SERENIDADE DE
ACEITAR O QUE NÃO PODEMOS
MODICAR E A CORAGEM DE
MODIFICAR AQUILO QUE
PODEMOS.
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