Balança Decisória Na dependência química e Álcool

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O COMPORTAMENTO QUE ESTOU PENSANDO EM MUDAR É:
PONDERANDO AS DECISÕES
Quando as pessoas ponderam as decisões, elas olham para as VANTAGENS e
DESVANTAGENS das escolhas que podem fazer. Lembre-se de que ter sentimentos
ambivalentes com frequência ocorre quando se toma decisões.
BALANÇA DECISÓRIA
Muitas pessoas mudam por si mesmas. Quando são indagadas sobre o que
provocou a mudança, elas com frequência dizem que apenas “pensaram a respeito”,
significando que avaliaram as consequências do seu comportamento atual e de mudar
antes de tomar uma decisão final. Você pode fazer a mesma coisa com as VANTAGENS
da mudança de um lado e as DESVANTAGENS da mudança do outro.
Este exercício vai ajudá-lo a olhar as boas coisas e as coisas não tão boas com
relação à mudança. Para mudar, a escala precisa dar dicas de que as vantagens de manter
a abstinência superem as vantagens de continuar usando. Pesar os prós e contras da
mudança acontece o tempo todo – por exemplo, quando se muda de emprego ou se decide
se casar.
EXERCÍCIO DA BALANÇA DECISÓRIA:
Uma coisa que ajuda as pessoas que estão pensando em mudar é listar em um lugar as
vantagens e desvantagens de mudar ou continuar seu comportamento atual. Ver toda a
série de vantagens e desvantagens pode lhe facilitar decidir se deve mudar. Segue um
exemplo de um Exercício da Balança Decisória.
EXEMPLO: EXERCÍCIO DA BALANÇA DECISÓRIA
MANTER A
ABSTINÊNCIA CONTINUAR USANDO
VANTAGENS
Maior controle sobre a
minha vida.
Apoio da família e dos
amigos.
Redução de problemas
no trabalho.
Mais relaxado.
Mais divertido nas
festas.
Não ter de pensar
DESVANTAGENS
Aumento do estresse e
da ansiedade.
Sentir-me mais
deprimido.
Aumento do tédio.
Problemas de sono.
Desaprovação de
amigos E família.
Problemas de dinheiro.
Dano aos
relacionamentos
íntimos.
Maiores riscos à saúde
ESTÁGIOS DA MUDANÇA:
Introdução:
Os Estágios de Mudança partem do princípio de que a motivação é um estado de prontidão
ou vontade de mudar, é um estado interno que pode ser modificado de acordo com fatores
externos. Esse modelo acredita que a mudança se faz por meio de um processo, e, para tal, a
pessoa passa por diferentes estágios.
A seguir, será realizada uma breve explicação sobre cada um dos estágios de
mudança:
A entrada para o processo de mudança é o estágio de pré-contemplação, em que o
indivíduo ainda não está considerando a modificação. De modo geral, a pessoa, nesse estágio,
nem sequer encara seu comportamento como um problema, podendo ser vista como “resistente”
ou “em negação”.
Quando algum nível de consciência sobre o problema é desenvolvido, a pessoa entra no
estágio seguinte, de contemplação. O contemplador considera a mudança, mas, ao mesmo tempo
a rejeita. É nessa fase que a ambivalência, estando em seu ápice, deve ser trabalhada para
possibilitar um movimento rumo à decisão de mudar.
Trabalhada a ambivalência, o indivíduo pode passar para o estágio de preparação, em
que está pronto para mudar e comprometido com a mudança. Faz parte desse estágio o aumento
da responsabilidade pela mudança e a elaboração de um plano específico de ação.
O estágio seguinte é o de ação, no qual a pessoa usa a terapia como um meio de assegurar-
se de seu plano, para ganhar autoeficácia e finalmente criar condições externas para a mudança.
O grande teste que comprova a efetividade da mudança seria a estabilidade por anos nesse
novo estado; no processo de mudança, isso se chama manutenção.
Porém, deve-se observar que atingir alguma mudança não significa manter-se em tal
estágio, visto que muitas pessoas acabam recaindo e tendo de recomeçar o processo. Esse
recomeço nem sempre ocorre pelo estágio inicial. Muitos passam inúmeras vezes pelas diferentes
etapas para chegar ao término, isto é, uma mudança mais duradoura.
Por este motivo, o processo de mudança é exposto como uma espiral, pressupondo que a
motivação para a mudança é algo que ocorre por meio de um movimento, podendo apresentar
altos e baixos. Mim.
CARACTERÍSTICAS ASSOCIADAS AOS ESTÁGIOS DE MUDANÇA
ESTÁGIO PENSAMENTOS DO
INDIVÍDUO:
PRÉ-CONTEMPLAÇÃO
No meu ponto de vista, eu não
tenho nenhum problema que
necessite de mudança.
Os indivíduos que estão neste estágio
normalmente não demonstram a
intenção de mudar e consideram mais
prós do que contras perante o
comportamento de risco.
CONTEMPLAÇÃO
Às vezes, eu me sinto mal na
manhã seguinte e me preocupa
quando não consigo me lembrar
de coisas de vez em quando,
mas não sou dependente. Posso
parar de beber quando eu quiser
e não sinto falta do álcool.
O contemplador “pensa mais do que
age”, considera a mudança ao mesmo
tempo em que a rejeita. Apesar de
pensar sobre a possibilidade de
mudança, o contemplador leva mais
em consideração as consequências
positivas do que as negativas frente à
mudança do comportamento.
PREPARAÇÃO
Estou tentando parar de usar
drogas, mas mesmo assim
gostaria de receber ajuda.
Neste estágio há o aumento do
comprometimento com a mudança e
o indivíduo está preparado para
mudar seus comportamentos de risco
e estilo de vida disfuncional.
AÇÃO
Sei que meu problema é difícil,
mas estou tentando
solucioná-lo.
O indivíduo se engaja no aprendizado
de habilidades específicas para a
mudança. É neste momento que
trabalha para modificar os
comportamentos de risco e o estilo de
vida disfuncional.
MANUTENÇÃO
Eu pensei que uma vez
resolvido o problema, estaria
livre dele, mas algumas vezes
eu ainda percebo que estou
lutando com ele.
O indivíduo tenta integrar as novas
habilidades e estratégias aprendidas
sobre a sua vida em geral. Além
disso, tenta implementar e manter o
novo estilo de vida aprendido.
uma variedade de técnicas, na maioria cognitivas e/ou
comportamentais.
Além da atenção à abstinência, é preciso dar atenção à manutenção
da mudança. A prevenção da recaída busca essencialmente, mudar um
hábito autodestrutivo e manter esta mudança, baseada em:
• Intervenções específicas: identificando situações de auto risco e o
desenvolvimento de estratégias para lidar efetivamente com essas
situações e em mudanças nas reações cognitivas e emocionais
associadas. Aprender a evitar riscos desnecessários e lidar com
riscos inevitáveis.
• Intervenções globais: desenvolvimento de comportamentos
positivos e saudáveis para substituir aqueles associados com o
abuso de substâncias, reforçando o não uso.
É UMA MUDANÇA GLOBAL DE ESTILO DE VIDA E
DO JEITO DE SER NO MUNDO
Balança Decisória Na dependência química e Álcool
Balança Decisória Na dependência química e Álcool
Balança Decisória Na dependência química e Álcool
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