Depressão “Liberte deste Mal”
Enfrente a depressão de frente e conquiste uma vida mais feliz e saudável”
Depressão “Liberte deste Mal”

Depressão “Liberte deste Mal”
“Você já se sentiu preso em um buraco escuro, sem esperança de sair? Já teve a sensação de que a vida perdeu o sentido e que nada parece valer a pena? Se você está vivenciando esses sentimentos, saiba que não está sozinho. A depressão é um mal que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e muitas delas lutam para encontrar uma forma de superá-la. Eu sei exatamente como você se sente, pois já estive nessa situação. Mas também sei que é possível vencer a depressão e retomar o controle da sua vida.Depressão “Liberte deste Mal”
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

Depressão “Liberte deste Mal”
“Depressão: Liberte-se desse mal” para ajudar pessoas como você a enfrentar a depressão de frente e conquistar uma vida mais feliz e saudável. Eu sei o que é estar no fundo do poço, e sei o quanto é difícil encontrar uma luz no fim do túnel. Mas também sei que essa luz existe, e que podemos alcançá-la juntos.

Depressão não é tristeza
A morte de um ente querido, a perda de um emprego ou o fim de um relacionamento são experiências difíceis para uma pessoa suportar. Assim, é normal que sentimentos de tristeza ou de luto se desenvolvam em resposta a tais situações. Desse modo, aqueles que experimentam perda, muitas vezes podem descrever-se como “deprimido”.
Contudo ficar triste não é o mesmo que ter depressão. O processo de luto é natural e único para cada indivíduo e compartilha alguns dos mesmos sinais de depressão. Ou seja, tanto o luto quanto a depressão podem envolver tristeza intensa e afastamento das atividades habituais.
Depressão “Liberte deste Mal”

Depressão “Liberte deste Mal”
Eles também são diferentes em aspectos importantes:
- No luto, sentimentos dolorosos vêm em ondas, muitas vezes misturadas com lembranças positivas do falecido.
- Na depressão maior, o humor e/ou interesse (prazer) diminuem durante a maior parte das duas semanas.
- No luto, a autoestima é geralmente mantida. Na depressão maior, sentimentos de inutilidade e auto-aversão são comuns.
Para algumas pessoas, a morte de um ente querido pode causar depressão grave. Perder um emprego, ser vítima de uma agressão física ou de um grande desastre pode levar à depressão para algumas pessoas.
Quando o luto e a depressão coexistem, o luto é mais grave e dura mais do que o luto sem depressão. Apesar de alguma sobreposição entre tristeza e depressão, elas
são diferentes. A distinção entre elas pode ajudar as pessoas a obter ajuda, apoio ou tratamento de que precisam.
Fatores de risco para o transtorno
A depressão pode afetar qualquer pessoa – até mesmo alguém que parece viver em circunstâncias relativamente ideais. Aquela ideia comum de que só terá o transtorno quem já é triste é equivocada.
Inclusive, muitas vezes pessoas que têm muito dinheiro ou sucesso se veem depressivas por não conseguirem desenhar objetivos para sua vida.
A adolescência, em especial, é uma fase de mudanças importantes. A baixa autoestima, os conflitos familiares, o fracasso escolar, as perdas afetivas são sintomas que, associados às condições de estresse emocional, podem colocar os jovens em grupo de risco para o suicídio. Por isso, é muito importante que os pais fiquem atentos.
Vários fatores podem desempenhar um papel no surgimento do transtorno:
Bioquímica: Diferenças em certas substâncias químicas no cérebro podem contribuir para os sintomas.
Genética: Depressão pode ocorrer em famílias. Por exemplo, se um gêmeo idêntico tem depressão, o outro tem 70% de chance de ter a doença em algum momento da vida.
Personalidade: Pessoas com baixa autoestima, que são facilmente oprimidas pelo estresse, ou que são geralmente pessimistas, parecem mais propensas a sofrer de depressão.
Fatores ambientais: A exposição contínua à violência, negligência, abuso ou pobreza pode tornar algumas pessoas mais vulneráveis à depressão.
Além disso, existem ainda outros fatores que podem aumentar a chance de ter depressão:
- Transtornos psiquiátricos correlatos;
- Estresse e ansiedade crônicos;
- Disfunções hormonais, problemas na tireóide;
- Excesso de peso, sedentarismo e dieta desregrada;
- Vícios (cigarro, álcool e drogas ilícitas);
- Hiperconexão e excesso de estímulos, como o uso excessivo de internet e redes sociais;
- Traumas físicos ou psicológicos, experiências de violência doméstica ou abuso;
- Separação conjugal, perda de emprego, desemprego por tempo prolongado ou a perda de uma pessoa muito querida;
- Fibromialgia e outras dores crônicas;
A depressão, especialmente na meia-idade ou em adultos mais velhos, pode ocorrer em conjunto com outras doenças médicas graves, como diabetes, câncer, doenças cardíacas e doença de Parkinson. Estas condições são muitas vezes piores quando a depressão está presente.
Às vezes, medicamentos tomados para estas doenças físicas podem causar efeitos colaterais que contribuem para a depressão. Um médico experiente no tratamento destas doenças pode ajudar a elaborar a melhor estratégia de tratamento.
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

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Você sabia que o autoconhecimento pode ser uma forma de combater a depressão? O autoconhecimento é um processo de reflexão e exploração constante sobre si mesmo, ou seja, é olhar para dentro, e que aliado a outros tratamentos, pode ajudar no combate a depressão.
Isso porque desenvolver essa compreensão mais profunda sobre si, facilita a enfrentar a depressão de maneira mais eficaz e construir uma base sólida para o crescimento pessoal e emocional.
O que fazer para ter autoconhecimento?
Grande parte das pessoas passa toda a vida sem compreender o que sente e ao invés de olhar para dentro, se projeta para fora buscando satisfação em tudo que é externo como compras por exemplo. Não que comprar o que se gosta seja ruim, não é esse o ponto. O ponto chave aqui é qualquer coisa externa que é usada como fuga dos próprios sentimentos, pode ser viagens poder ser o trabalho ou qualquer outra coisa.
Provavelmente você conhece alguém que mergulha no trabalho como forma de “esquecer os problemas” e acaba por levar uma vida desequilibrada e pouco saudável.
Há também aqueles que buscam “ocupar todo o tempo” com atividades e compromissos como rota de fuga para as sensações desagradáveis e para não precisar enfrentar seus processos internos, pois não há tempo para pensar e refletir. Sabe aquele ditado: Cuidado com o vazio de uma vida ocupada demais. É sobre isso.
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

Depressão “Liberte deste Mal”
O ser humano é um grande e complexo sistema bioquímico. Nossas células são compostas por substâncias e dependem da interação com muitos outros elementos para seu funcionamento perfeito. Quando entendemos esse princípio, percebemos o quanto o que comemos interfere na nossa saúde e, consequentemente, é possível estabelecer também uma relação entre depressão e alimentação.
Pense no seguinte: o conteúdo do nosso prato não serve apenas para saciar a fome. É por meio da comida que oferecemos ao organismo um conjunto de nutrientes necessários ao seu bom funcionamento. Quando a alimentação é adequada, ela fornece essas substâncias na quantidade ideal para manter o sistema em equilíbrio. O resultado é a saúde.
Mas será que a alimentação tem um papel importante também na manutenção saúde mental? Qual é a influência da composição do nosso prato em um quadro depressivo, por exemplo? É isso que você vai descobrir neste artigo.
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

O modelo cognitivo da depressão
Na década de 60 do século passado, Albert Ellis e Aaron Beck chegaram à importante conclusão de que a depressão resulta de hábitos de pensamentos extremamente arraigados e descreveram os conceitos fundamentais da TCC. observou que humor e comportamentos negativos eram usualmente resultados de pensamentos e crenças distorcidas e não de forças inconscientes como sugerido pela teoria freudiana. Em outras palavras, a depressão podia ser compreendida como sendo decorrente das próprias cognições e esquemas cognitivos disfuncionais. Os pacientes com depressão acreditam e agem como se as coisas estivessem piores do que realmente são. Esta nova abordagem enfatizando o pensamento foi denominada por Beck de “terapia cognitiva ” (TC).Atualmente, conta com mais de 300 ensaios clínicos controlados que atestam sua eficácia, sendo a abordagem psicoterápica com maior amparo empíricoDepressão “Liberte deste Mal”

Depressão “Liberte deste Mal”
Meditar é mais repousante do que dormir. Uma pessoa em estado de meditação consome seis vezes menos oxigênio do que quando está dormindo. Mas os efeitos para o cérebro vão mais longe: pessoas que meditam todos os dias há mais de dez anos têm uma diminuição na produção de adrenalina e cortisol, hormônios associados a distúrbios como ansiedade, déficit de atenção e hiperatividade e stress. E experimentam um aumento na produção de endorfinas, ligadas à sensação de felicidade.
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

O seu parceiro ou parceira podem estar enfrentando uma depressão e os problemas que você julga ser do relacionamento, podem, na verdade, ter origem nessa doença. Portanto, saber identificá-la nesses casos e saber o que fazer é importante. Entenda.
A depressão é uma doença séria que afeta milhares de pessoas no mundo inteiro, pouco mais de 10% da população. Com isso, não é difícil se interessar por um parceiro ou uma parceira que se encontre nessa porção da população, ou seja, que enfrente um quadro depressivo.
Às vezes, tanto quem está sofrendo com esse quadro como quem se interessou por aquela pessoa não conseguem perceber os sintomas e acabam descobrindo depois. Neste caso, o caminho pode ser um pouco mais difícil, pois precisará de uma percepção melhor de ambos para identificação do transtorno, familiaridade com ele e início de um tratamento.Depressão “Liberte deste Mal”
Em outros casos, a pessoa enfrentando o transtorno mental deixa claro para o futuro parceiro ou parceira sobre o seu estado emocional e ele ou ela concordam em continuar.
Cada caso é particular, mas todos exigem certas atitudes e uma dose extra de esforço com muito afeto, para que a vida de ambos e o relacionamento flua da melhor forma possível. Mesmo assim, é completamente possível amar com depressão e também retribuir esse amor e carinho.
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

Depressão “Liberte deste Mal”
Depressão é um termo utilizado na psiquiatria para designar um transtorno de humor, uma síndrome em que a principal queixa apresentada pelos pacientes é o humor depressivo e às vezes irritável, durante a maior parte do dia.
No entanto, a depressão é considerada muito mais profunda do que a tristeza. A palavra “depressão” vem do latim depressio, de deprimere, que significa “apertar firmemente”, “para baixo”.
As funções psíquicas e a motricidade do indivíduo com depressão ficam mais lentas, além de haver diminuição da capacidade de atenção e concentração.
Também estão presentes pensamentos negativos constantes, sentimento de culpa, sensação de inutilidade, diminuição do prazer e do ânimo para atividades cotidianas e de lazer, além de perda da capacidade de planejar o futuro.
Inicialmente, o termo depressão era usado para designar sintomas ou caracterizar estados mentais, sendo que a doença era chamada de melancolia, termo criado há mais de 25 séculos
Saiba como Tratar A depressão : Neste Guia Vencendo a Depressão

Depressão “Liberte deste Mal”
“A abordagem da depressão, em geral, deve ser multifatorial. As causas podem ser diversas: a pessoa pode ter mais risco de desenvolver depressão por uma vulnerabilidade genética, por exemplo, ou ter familiares com depressão, transtorno bipolar, que tentaram suicídio, que desenvolveram psicose. Doenças mentais na família são muito comuns e aumentam o risco de a pessoa desenvolver depressão. Outros fatores são ambientais. Por que a depressão é mais comum nas mulheres do que nos homens? Um motivo pode ser biológico, há mulheres com mais sensibilidade às variações hormonais: dificuldades no período pré-menstrual, no pós-parto, na gravidez, na transição da menopausa. Mulheres também sofrem mais trauma, abuso sexual, abuso físico, abuso até verbal, bullying. São fatores que aumentam o risco de desenvolver alterações depressivas durante a vida. Temos que avaliar todas essas causas e não restringir a avaliação da depressão só a um fator ambiental ou biológico. Temos que entender a vida da pessoa, quem ela é, tudo por que passou, que família tem, para podermos ajudá-la. Pode parecer simples e que todo médico deveria fazer isso, mas não é o que acontece na prática clínica. Muitos pacientes que sofrem de depressão contam que as avaliações foram curtas, que eles não foram avaliadas de maneira mais aprofundada.”Depressão “Liberte deste Mal”
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