Dependência de Álcool

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Elementos Chave
I. Percepção subjetiva da compulsão para
uso.
II. Aumento da tolerância.
III. Síndrome de abstinência.
IV. Estreitamento do repertório.
V. Relevância do consumo.
VI. Alívio ou evitação dos sintomas de
abstinência pelo aumento do consumo.
VII. Reinstalação após a abstinência.
CONCEITOS BÁSICOS/ GLOSSÁRIO
Padrão de uso – É a forma ou maneira como uma pessoa faz uso de uma
determinada droga. A partir da primeira experimentação, pode-se instalar o
que se chama padrão de uso, que pode ser baseado na quantidade, na
frequência e na forma do consumo da droga.
Beber moderado – Termo que se refere a um padrão de beber que
implicitamente se contrapõe ao beber intenso. Beber em quantidades
moderadas e que não causam problemas. Beber de baixo risco.
Beber nocivo – Ocorrem problemas de natureza física, psíquica ou social
para o usuário ou para outras pessoas, decorrentes do uso de álcool ou
outras drogas. Tal uso pode evoluir para uma dependência.
Beber em “binge” – É considerado um indicador de beber nocivo, onde o
indivíduo ingere grandes quantidades de Álcool (4 unidades de Álcool para
mulheres e 5 unidades para homens) em um período curto de tempo (2
horas).
O Álcool como Droga
ABSORÇÃO• RÁPIDA
• PELAS MUCOSAS ORAL E GASTROINTESTINAL
• FATORES DE DIMINUEM A ABSORÇÃO
1. PRESENÇA DE ALIMENTOS NO ESTÔMAGO
2. QUEDA DA TEMPERATURA CORPÓREA
3. EXERCÍCIOS FÍSICOS
•FATORES DE AUMENTAM A ABSORÇÃO
1. VELOCIDADE DA INGESTÃO
2. BEBIDAS LICOROSAS OU GASEIFICADAS
3. CONCENTRAÇÃO DA BEBIDA
O Álcool como Droga
Transtornos relacionados ao uso crônico
Gastroenterológicos – (hepatite, pancreatite)
Músculoesqueléticos – (Gota, osteoporose)
Endócrinos – (Hipogonadismo masculino)
Câncer – (Fígado, esôfago, faringe)
Cardiovasculares – (hipertenção, arritimia)
Doenças respiratórias – ( Tb – decorre da
imunodeficiência.
O Álcool como Droga
Transtornos relacionados ao uso crônico
Metabólicos – (Hipoglicemia, cetoacidose).
Hematológicos – (Anemia, macrocitose).
S.N.C e periférico – (Convulsões, Wernicke
Korsakoff, Encefalopatia hepática, demência)
Síndrome fetal alcoólica.
Doenças de pele – (deficiência vitamínica).
Alteração do funcionamento sexual – (DST)
O Álcool como Droga
Desenvolvimento da dependência
Explicada tanto em termos de processos Psicológicos quanto de
processos farmacológicos.
Neuroadaptações – Compulsão | Tolerância | Abstinência
Sofre influências de especificidades constitucionais | genéticas | de
personalidade | impulsividade ou ambientais.
Fatores determinantes possíveis
Busca de um estimulante/euforizante – Propriedade Ansiolítica e
Amnésica – Estímulo do sistema Mesolímbico – Liberação de DA.
Desejo de aliviar a ansiedade e o estresse – Sua ação ansiolítica é
teoricamente um efeito recompensador, com o potencial de reforçar o
comportamento de beber. Pode contribuir para com os sintomas
psicológicos da SAA.
Necessidade de sedação – Efeitos Amnésicos induzidos pelo álcool é
recompensador no caso de depressão grave ou em situações onde é
usado para embotar memórias traumáticas.
O Álcool como Droga
Desenvolvimento da dependência
Explicada tanto em termos de processos Psicológicos quanto de
processos farmacológicos.
Neuroadaptações – Compulsão | Tolerância | Abstinência
Sofre influências de especificidades constitucionais | genéticas | de
personalidade | impulsividade ou ambientais.
Fatores determinantes possíveis
Busca de um estimulante/euforizante – Propriedade Ansiolítica e
Amnésica – Estímulo do sistema Mesolímbico – Liberação de DA.
Desejo de aliviar a ansiedade e o estresse – Sua ação ansiolítica é
teoricamente um efeito recompensador, com o potencial de reforçar o
comportamento de beber. Pode contribuir para com os sintomas
psicológicos da SAA.
Necessidade de sedação – Efeitos Amnésicos induzidos pelo álcool é
recompensador no caso de depressão grave ou em situações onde é
usado para embotar memórias traumáticas.
Outros transtornos psiquiátricos relacionados
Alucinose alcoólica.
Transtorno psicótico
delirante induzido.
Intoxicação patológica.
Blackouts.
Hipomania.
Ansiedade.
Danos ao tecido cerebral.
Ciúme patológico.
Transtornos de
personalidade.
Transtornos Alimentares.
Esquizofrenia.
O Álcoolismo e a Família
A FAMÍLIA: Esposa, filhos, pais, irmãos, tios, avós e amigos.
O ENVOLVIMENTO:
A. Experimenta o impacto adverso do comportamento do bebedor;
B. É conivente com o problema da bebido ou o encoraja;
C. Consegue ajudar no processo de recuperação.
O CÔNJUGUE:
O Homem ou a Mulher – A mulher, esposa do marido bebedor é
a condição mais comum.
O CÔNJUGUE como uma pessoa com experiência própria – A
necessidade de ouvi-lo acerca de si.
O Álcoolismo e a Família
Muitas teorias sobre a dinâmica
dos relacionamentos: Imagens
estereotipadas não são úteis.
A esposa deseja que o marido seja
alcoolista. Filhas de alcoolistas
podem buscar formas de continuar
encenando seus problemas
dinâmicos não resolvidos.
Disfunções de modo a perpetuar o
problema.
A esposa dominadora X A esposa
que assume o controle do lar frente
ao fracasso do marido em exercer
seus papeis sociais.
O Álcoolismo e a Família
REAÇÕES EM UMA SEQUÊNCIA
PREDIZÍVEL DE FASES:
Negação
Tentativas de controle ou
evitação – isolamento social;
Desesperança, medo e
esgotamento | Contato sexual
diminui/cessa, medo, raiva,
culpa;
Tentativas de convencimento,
procura de ajuda;
Término do relacionamento ou
“Subterfúgios”.
O Álcoolismo e a Família
Coping Style
Subterfúgios – Afastamento;
Ataque – controle, agressões,
ameaças;
Manipulação – exposição da
própria angústia e a dos filhos,
embriaguez proposital;
Mimos – cuidados e promessas;
Manejo Construtivo – Assume o
controle, cuida dos filhos;
Busca de ajuda construtiva –
Médico da família, AA, folhetos,
informação.
O Álcoolismo e a Família
A esposa está lidando com
problemas de ordem prática e
emocional:
Ansiedade, medo, infelicidade,
baixa auto estima, culpa;
Sentimentos conflituosos em
relação ao homem com quem
se casou;
Problemas financeiros e de
ordem prática – vizinhos, falta
de higiene pessoal do esposo,
manutenção da casa, etc.
Novamente, generalizar seria
um erro.
O Álcoolismo e a Família
A esposa alcoolista:
O fracasso da esposa em
cumprir seus papéis, não traz
problemas nem maiores nem
menores, apenas diferentes do
fracasso masculino.
O marido, por medo ou
vergonha pode tornar-se
violento.
Pode-se eleger uma filha mais
velha para assumir o papel
feminino no lar.
Economicamente, usualmente
é mais fácil para o homem
abandonar o casamento.
O Álcoolismo e a Família
A esposa alcoolista:
O fracasso da esposa em
cumprir seus papéis, não traz
problemas nem maiores nem
menores, apenas diferentes do
fracasso masculino.
O marido, por medo ou
vergonha pode tornar-se
violento.
Pode-se eleger uma filha mais
velha para assumir o papel
feminino no lar.
Economicamente, usualmente
é mais fácil para o homem
abandonar o casamento.
O Álcoolismo e a Família
OS FILHOS
Ansiedade | Depressão;
Baixa auto estima;
Dificuldades de relacionamento;
Mau desempenho escolar;
Comportamento anti social;
Abuso físico e sexual;
Ferimentos acidentais;
Risco de alcoolismo posterior;
Outros problemas posteriores
(depressão, desarmonia conjugal).
Complicações Sociais do Beber
Excessivo
Problemas – físicos, mentais e sociais – coexistem e influenciam-se
mutuamente, em curso e gravidade.
De uma forma geral, quanto mais grave a dependência, maior a
probabilidade de problemas relacionados.
O bom manejo clínico requer, não só que se faça a avaliação
unidimensional detalhada, mas também que se una estas três
dimensões.
O Conceito de Complicação Social
Frequentemente implica um “fracasso em cumprir adequadamente um
papel social esperado”.
Vários fatores interagem nos processos mediados pelo álcool que levam
a prejuízos funcionais.
Complicações Sociais do Beber
Excessivo
Inicialmente a ressaca torna difícil levantar para trabalhar > o hábito da
embriaguez prejudica a capacidade para o trabalho > o prejuízo físico e
mental posterior torna o trabalho impossível. A centralidade da bebida
assume uma importância que pode significar que a pessoa passa a
cumprir o papel do bebedor, que se sobrepõe a qualquer outro papel pré
existente.
Secundariamente ocorre um processo de perda de reputação.
A forma como os outros pensam e reagem a seu respeito, de forma geral,
confirmam seu novo papel. Essas reações são influenciadas pela forma
como a sociedade vê a bebida e o hábito da embriaguez, e pelas
perspectivas de possibilidade de recuperação.
Uma série de professias autoconfirmatórias podem advir deste processo.
A BUSCA POR EMPREGO.
Complicações Sociais do Beber
Excessivo
Família
Problemas no trabalho
Habitação
Dificuldades Financeiras
Sem-teto e desocupação
Crimes, incluindo crimes violentos e sexuais
Dirigir alcoolizado
Vitimização
Impacto sobre educação e Treinamento Profissional.
A Avaliação como Início da
Terapia
Momento potencial para mudar atitudes,
Aumentar o comprometimento e clarificar
objetivos.
O anúncio da coleta de dados não é
necessário;
Uso de instrumentos semi estruturados
Angústia, vergonha e medo;
A importância da cortesia:
Caminhar lado a lado;
Agradecer a presença;
Dar autonomia;
Demonstrar interesse;
Pedir permissão;
Cuidado com os estereótipos.
“O trabalho básico do tratamento”
“[…] precisamos nos alinhar com a capacidade inata do
ser humano para a recuperação […] isto nos auxiliará a
ajudar o paciente, e não a crença de que podemos
impor terapias sobre pessoas que deverão caminhar
como julgamos que devam fazer.
[…] o trabalho básico do tratamento requer imenso
respeito pelo indivíduo, o que equivale a dizer que a
terapia deve sempre corresponder à necessidades
individuais.”
Quando as coisas dão errado
“Não se pode tratar a
dependência de álcool sem que
as coisas
deem errado, e a essência do
tratamento geralmente é uma
série
de tentativas e erros, e não uma
linha contínua de avanço.”
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