Gerenciamento de crises na dependência química

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Pode-se entender como crise um momento para
adequar uma nova ou idealizada ordem, regra,
dimensão, relação, fase etc. e que certamente altera
sentimentos, posição, postura, segurança e até sentido
e direção.
Momento decisivo;
Conflito; situação aflitiva;
Conjuntura perigosa;
Situação anormal e grave;
Complicação ou embaraço nas relações sociais decorrente de …”
CONFLITO
• Tensão produzida pela presença simultânea de motivos
contraditórios (psic.);
• Competição consciente entre indivíduos ou grupos que visam a
sujeição ou destruição do rival (soc.);
• Incompatibilidade entre valores culturais cujos portadores humanos
estabelecem contato; luta …
O DIA-A-DIA NA CT É CERCADO DE CONFLITOS.
Podem ser gerados por situações como stress, medo das mudanças,
falhas na comunicação e diferenças de personalidades, choque entre
as culturas (residentes e da droga em relação à da CT).
Podem ser de toda natureza, desde pequenas discussões sobre a
melhor forma de realizar um processo ou dar uma auto-ajuda, até
grandes divergências sobre as regras do programa, tarefas a serem
executadas e estratégia da organização.
Sempre que existir uma diferença de cultura, prioridades ou
objetivos, interdisciplinaridade, existirá um conflito.
Os conflitos são naturais, desejáveis e necessários no
processo de mudança e transformação que os
residentes necessitam e o crescimento da unidade
da Equipe.
• As Crises podem ser:
• Intrapessoais;
• Interpessoais (entre pessoas com interesses ou
necessidades divergentes);
• Intragrupal (dentro de grupos, como as equipes);
• Intergrupais (entre dois ou mais grupos).
Alguns cuidados que devemos ter com as crises, sejam elas da natureza que
for, é manter nossa visão e a dos membros da equipe ou do grupo, longe de
uma visão negativa de crises, pois assim:
• conseguimos que a pessoa ou as pessoas ou grupos não levem para um
plano competitivo, como se fossem opostos os objetivos e um apenas é o
correto;
• evitamos a distorção da intensidade e da percepção do problema em si,
podendo cair em estereótipos e discriminações comuns quando lidamos
com diferenças;
• não permitirmos que as emoções passem a dominar o pensamento e os
comportamentos conseqüentes;
• mantemos o nível de comunicação aceitável entre as partes e entre os
objetivos, papéis e funções individuais;
• minimizamos resultados mal definidos, improdutivos, de baixa qualidade;
• flexibilizamos os pontos de vista através da oportunidade da exposição e
necessidade da escuta;
• interrompemos a escalada do conflito, da intolerância, da postura
defensiva e menos comunicativa.
O mediador de conflito é a “terceira parte” desse processo e tem papel
fundamental nos resultados a serem alcançados.
Mediar uma crise ou conflito representa uma forma consensual de
resolução de controvérsias, na qual as partes, por meio de diálogo franco e
pacífico, têm a possibilidade, elas próprias na maioria dos casos, de
solucionarem seu conflito, contando com a figura do mediador, terceiro
imparcial que facilitará a conversação entre elas.
O importante é saber reconhecer os conflitos e saber gerenciá-los (ou seja,
resolvê-los) corretamente. Para isso conheça algumas dicas para uma
melhor resolução de conflitos:
• Pergunte, e não mande: A partir do momento que você faz perguntas ao
invés de dar ordens, você estará convidando os outros a participar da
solução de um problema. Neste momento, as pessoas passam a ser
cúmplices da solução, e terão uma atitude mais positiva sobre o assunto.
• Peça com educação: Mesmo nos momentos em que você precise dar
uma ordem direta, peça educadamente.
O uso de frases como “Você poderia…”, “Preciso de sua ajuda com o
seguinte…” ou “Você estaria disposto a…” fará com que o outro saia da
defensiva e aceite melhor sua requisição.
• Mostre disposição: Se uma pessoa precisa de você, tente ajudá-la e
mostre que você está fazendo tudo o que pode. Às vezes é melhor
receber um “não” bem intencionado do que um “sim” com má
vontade.
• Ataque o assunto, não as pessoas: Quando você quer mudar algo, diga
O QUE você quer diferente, e não QUEM. Por exemplo, se um
residente/educador social tem a responsabilidade de produzir um
resumo/relatório semanal, mas tem atrasos regulares nesta atividade,
é mais produtivo dizer “É importante que eu receba o relatório no dia
correto para responder a seus questionamentos e necessidades/
tomar boas decisões” do que “Não posso responder a você/tomar
boas decisões porque VOCÊ não manda os resumos/ relatórios no dia
correto.”.
• Esclareça suas decisões: Se você deve tomar uma decisão entre idéias
divergentes de 2 residentes/funcionários, sempre explique claramente
o porque da decisão, e quais fatores o levaram à escolha. Desta forma,
os “rejeitados” se sentirão melhor com a situação e você poderá
manter a relação/equipe saudável/unida em torno da mesma solução.
• Escute antes de falar: A interrupção em si já é criadora de
conflitos. Além disso, se você está ouvindo seu interlocutor, e
dando sinais corporais ou sonoros de compreensão, ele estará
mais disposto a expressar suas necessidades e aceitar suas ideias,
e suas sugestões e soluções serão mais coerentes;
• Não aja emocionalmente: Nos conflitos é comum que o assunto
seja levado para o lado pessoal e emocional. Você deve evitar isto
completamente. Mesmo que seu interlocutor vá por este
caminho, mantenha sua postura serena e profissional. Isto tem 2
objetivos: primeiro, para que você não diga algo do qual se
arrependerá depois, e segundo, para tentar “puxar” o interlocutor
de volta para um clima profissional.
• Dê seguimento às soluções: Se um conflito parece resolvido, não
se esqueça de dar seguimento ao assunto posteriormente. Sem
que você saiba, o conflito pode ter aparecido novamente, ou a
solução que você deu ao assunto pode ter sido ignorada.
CONCEITOS BÁSICOS DO GERENCIAMENTO DE CRISES:
Diálogo;
Mediador como facilitador;
Cuidado e Prudência;
Visão positiva do conflito;
Confidencialidade;
Cordialidade;
Valorização;
Participação efetiva das partes;
Não Competitividade;
Cooperação;
Não pressão;
Solução é de responsabilidade
dos envolvidos;
Prática da Paz;
Direitos e deveres;
Confidencialidade e Decisão.
Os desafios de gerenciar crises nas comunidades terapêuticas estão,
muitas vezes em construir as ações baseadas nas respostas aos
questionamentos abaixo:
• Como desenvolver uma rotina da prática da técnica em ambiente
que tem como características as crises como caminho para a
mudança através de conceitos baseados na necessidade da prática
dos valores sugeridos para o processo de mudança?
• Relação Interdisciplinar;
• Como não pressionar (sem ameaçar) para a mudança?
• Como evitar o contrato (terapêutico) com o residente dentro das
CTs?
• Levando-se em consideração que as características das CTs
promovem o estabelecimento de vínculos, como promover a
conjunção desse conceito com o da liberdade para resolverem os
conflitos, sem perder a essência dos valores das CTs e
comprometer todo o grupo e a necessidade da participação no
cronograma e na rotina da CT?
• Como estabelecer igualdade sem desorganizar as diferenças?
• Como construir uma rotina e uma intenção real de boa-fé
(interpessoal)?
• Como lidar com a falta da boa-fé (interpessoal)?
• As Comunidades Terapêuticas têm muitas características que
compreendem a crise e tem também muitos vícios e preconceitos
sobre as próprias crises que precisam ser discutidos entre os
membros da equipe e entre os residentes e a equipe para que se
entenda que a cultura da CT é construída, em muito, a partir do
erro e da crise.
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